O boi parece ter achado “um fundo”, mas o pessimismo não!

Por em 8 de agosto de 2016

NOTÍCIAS DO FRONT (NF2R)

A pecuária Goiana e Brasileira descrita por quem a vive e “carrega o pó da viagem”

(Edição NF2R #228, de 07 a 13/ago/16)

Companheiros que carregam o pó da viagem,

A semana passada começou com a melhor notícia do ano até agora e que foi dada pela minha filha de seis anos, quando saíamos da escola na última segunda, dia de volta às aulas. Ela me disse: “Papai, já estamos em agosto”! Pois bem, o bom de 2016 é que ele já passou do meio, hehehe (um amigo de um frigorífico tinha feito este comentário pouco antes).

Esta piadinha circulante na internet combina com o clima atual dos grupos de whatsapp de pecuaristas que “murcharam”, assolados pela maré de baixa e incerteza quanto à arroba bovina do segundo semestre. Fazia tempo que o clima do mercado não ficava tão pesado na pecuária!

Tudo bem, a locomotiva emperrou (como dissemos na semana passada), mas cuidado com o que você pensa, pois, como nos ensinou Henry Ford, “se você pensa que pode ou pensa que não pode, de qualquer forma você estará certo”. Indiferente ao pessimismo geral, o boi teria “achado o fundo” desta atual onda de pressão? Veremos adiante!

Obs.: não serão publicadas fotos nem as “rapidinhas” desta semana, para reduzir a extensão deste exemplar do NF2R, porque temos ao final deste, um comunicado aos leitores com relação à continuidade deste blog, que passará por uma grande mudança nas próximas 3 semanas!

1) COMO ESTÁ O NOSSO TETO (SP/MS)?

O movimento que se tornou uma dura rotina nas últimas semanas se manteve: novamente tivemos pressão forte na bolsa, acompanhada de pressão leve a moderada no físico, o que fez o indicador Esalq/BMF cair de R$ 153,54/@ a vista (variando de R$ 150 a R$ 157) para R$ 151,87/@ a vista (variando de R$ 149,50 a R$ 154).

O nosso BeefRadar apontou para um novo intervalo de negociação em SP, agora entre R$ 150 a R$ 154/@ a vista (máxima de R$ 155/@ a vista). Houve, portanto, perda da mínima, mas com volume muito baixo de negociações efetivadas.

No “Mato Grosso quase seco do Sul”, tivemos muito pouca alteração e o mercado segue entre R$ 140 a 141/@ a prazo, mas saíram notícias de boi de R$ 143/@ no sul do estado pago por quem precisava de boi “da mão para a boca”.

Quanto às escalas, o ajuste de produção já não é suficiente para alongar o agendamento de bois como ocorria nas semanas anteriores pois já não é mais unanimidade entre os frigoríficos de SP o fato de iniciar a semana com a agenda completa. De modo geral, as escalas estão entre o dia 11 (quinta) e o dia 15 (segunda), recuando o “dia D” para sexta (dia 12).

Com o indicador Esalq/BMF praticamente “justo” e a “sensação” de que tocamos o “fundo dos preços”, o status do beefradar, ainda foca na estabilidade, mas inverte a perspectiva de baixa e de alta:

20% de queda | 55% de estabilidade | 25% de alta

 2) E AQUI, NA TERRA DO PEQUI?

Temos uma notícia boa e uma ruim. Vamos começar pela ruim: o preço balcão “padrão” baixou mais R$ 1 e passou para R$ 140/@ a prazo (com prêmio EU de R$ 2/@ e “personnalité” de no máximo R$ 1/@, bem pontual). Há ofertas R$ 2/@ abaixo para bois “mal-acabados”, erroneamente ditos “bois de pasto” (cuidados com os nomes, Srs. compradores).

A boa notícia é que o diferencial de base com a arroba paulista caiu mais fortemente, atingindo a média semanal de -R$ 12,8/@ (com ritmo menor de exportações para a China inclusive e ofertado de bois de cocho, o preço de SP cedeu mais que os das praças). Além disto, as escalas de abate se reduziram porque a oferta piorou bem (agendamento entre quarta, dia 10 e segunda, dia 15). Obs.: o deságio para as vacas segue inalterado orbitando próximo de 4,5%.

3) HORA DO QUILO: “Só deixe para amanhã, o que você poderia morrer sem ter feito” (Rafael Ruzzon, que nos encaminhou o ensinamento, de autor desconhecido)

4) TO BEEF OR NOT TO BEEF: desde o final de julho, todo o conhecimento da Embrapa no sentido de proteger e restaurar a vegetação nativa do País está disponível numa página exclusiva, encontrada no link: https://www.embrapa.br/codigo-florestal

5) BOITOGRAFIAS DA SEMANA

6) RAPIDINHAS DO BOVINO BRASILEIRO (os sinais importantes do Sr. Mercado)

7) O LADO “B” DO BOI: o boi “achou um fundo”?

Tudo bem, temos motivos de sobra para nos preocupar… Mesmo com a recente diminuição no preço da arroba, as margens frigoríficas estão ainda historicamente muito baixas e a queda de braço não arrefece porque a oferta reduzida não permite quedas mais consistentes.

O menor ritmo de produção, endossado por uma ociosidade alta principalmente nas indústrias menores (até 50% de ociosidade não é difícil ser encontrada) não tem sido suficiente para reduzir os estoques de carnes (nesta semana, tivemos notícia de “dentro de casa” de um abate postergado por falta de espaço em câmaras frias), situação que não melhorou consistentemente nem com o início de mês/volta às aulas (pelo menos até agora).

Para complicar, o mês de julho, também foi ruim quanto ao escoamento externo, pois pela primeira vez no ano, tivemos queda (de 9,2%) na avaliação YoY quanto ao volume exportado.

Mas… o nível de margem das indústrias aparentemente encontrou um piso no dia 27/julho e de lá para cá, parou de piorar, medido pelos indicadores da Scot Consultoria. Da mesma forma, os dados da Scot indicam que o preço do atacado parou de cair (carcaça casada à R$ 8,31/kg). Está tudo na lona, mas parou de cair. Parecem ter achado um piso.

Quem mais tem sofrido é a reposição. Nesta semana, bois de 13@ em GO foram vendidos praticamente sem ágio (R$ 140/@ para pesar na Fazenda com 50% de rendimento). Tivemos, dentro de casa, uma oferta de animais de 10.5 a 11@ à R$ 145/@ na mesma forma de pesagem… E para a reposição, em função da seca, não achamos que o fundo apareceu. Isto tem amenizado a conta do invernista. De fato, a turma da engorda está “caçando” animais de reposição que deem margem (frente aos custos atuais e preços de venda futuros) igual à turma da cidade vem caçando o tal do pokemón…

Após todas as quedas da bolsa, ocorridas desde os meados de junho, tendo atingido o menor nível de preços da arroba da entressafra no meio desta semana, notamos que o fechamento do pregão da última sexta-feira projeta o segundo semestre de 2016 com alta de 6.59% frente a 2015 (não por acaso, muito alinhado com a alta de 6% ocorrida no primeiro semestre). Muito ruim frente à expectativa dada pelo mercado até então, certo? Sim! Veja as frases de dois clientes da NF2R, ditas na última sexta… O que aproveitou a alta e travou a produção nos declarou: “com as travas tive a oportunidade de agrupar a venda dos animais, conseguindo uma melhor condição de negociação, além de poder planejar o trato e garantir o retorno financeiro”. O que não aproveitou nos declarou: “bom que aprendi com esses bois. Nunca mais deixo para travar depois”. Complicou, né? Mas… do atual nível do mercado futuro para baixo, o interesse pela venda se reduziu bastante e tem player que já está virando a mão, comprando o mercado… Sim, o out/16 cotado à R$ 156/@ está na lona, mas parou de cair. Parece ter achado um piso.

A arroba no mercado físico, caiu bem! Do pico de 04/abril para cá foram R$ 7,62 (base Indicador Esalq/BMF à vista). Mas… agora encontrou um forte suporte gráfico vigente desde o final de janeiro: R$ 150 a 151/@! Vai ser difícil o boi romper este suporte e caso o faça, aí o sinal vermelho (ou negro) terá ascendido de vez, porém, na nossa humilde opinião: não romperá! Ou seja: está na lona, mas parou de cair. Parece ter achado um piso.

A perspectiva de oferta de animais terminados, por sua vez, não encontrou o seu piso, conforme restou claro na segunda pesquisa de intenção de confinamento do Minerva, publicada pelo frigorífico nesta semana: queda de 18% na comparação YoY. Veja esta matéria do último domingo: http://globoplay.globo.com/v/5215731. Será que no T4 de 2016, o Pokémon procurado não será o bovino terminado? Olho vivo…

Não está nada fácil a situação de sustentabilidade de preços/margens ao longo da cadeia, sabemos disto. Por isto, a “locomotiva emperrou”, conforme dito aqui. Com margens menores o volume de negócios de todos os elos está reduzido ou com tendência de se reduzir. Temos sim elos em situação crítica, como os pequenos frigoríficos que não exportam e alguns começam a dar sinais de problemas… Se a oferta complicar de vez, poderemos ter um aumento da intensidade do ajuste de produção, como no ano passado. Sim, isto é possível e, neste caso, deverá arrefecer a intensidade de uma possível puxada de preços… Resta saber se a carne vai subir de preço pela “inflação da oferta” e permitir aos frigos pagar mais, ou eles vão aprofundar o ajuste de produção. A carne de frango/suíno já iniciou esta puxada…

Independente, da dificuldade extrema e peculiar deste ano, não concordamos com o clima pesado que arrebatou até os borbulhantes grupos de whatsapp, bem quietos por ora. E, não concordamos, ancorados em dois motivos, listados à seguir.

Primeiro, porque este nosso pessimismo não ecoa nos relatórios financeiros que tratam da macroeconomia do País. Veja dois dos diversos que li nos últimos tempos: “estamos com sorrisos de orelha a orelha com a consolidação da percepção de que o otimismo está voltando. A grande mensagem é que saímos da UTI. Ainda levará algum tempo para nos curarmos completamente, mas o próprio ânimo com as melhoras obtidas até aqui contribuirá para seguirmos firmes da reabilitação… Agosto promete ser um mês de boas notícias, com início da votação definitiva do impeachment, virando finalmente uma página dramática da história brasileira… Essa mudança de gestão é estrutural, e vira a chave do mercado … para o otimismo …Tenho confiança que este será o semestre das surpresas positivas, e surpresa, para nós, significa oportunidade” (parece que não, mas são palavras de uma consultoria financeira que tem acertado muito, a Empiricus).

E, em segundo e derradeiro lugar, pelo exemplo extraordinário da abertura das Olimpíadas que a maravilhosa cidade do RJ deu ao mundo! Quantos de nós não imaginamos que repetiríamos o fisco da abertura da Copa do Mundo de 2014? Alguns ainda desejavam o mesmo fiasco. Mas, mesmo quem desejou, vai me dizer que não amanheceu lendo as manchetes do sábado e que não teve nem um pouquinho de orgulho de ser brasileiro? Sim, isto não quer dizer que deixamos de ter os graves problemas que convivemos…

Começamos com palavras de um ícone do automobilismo mundial e agora vamos citar outro, o brasileiro que é também o presidente mundial da Renault, o Carlos Ghosn. Ele cravou: “a única coisa que faz a diferença é a motivação. Se você perder a motivação, aos poucos você perde tudo. Uma empresa nunca quebra hoje. Quebra cinco anos antes. Não é falência financeira é falência motivacional. Os motivados enxergam oportunidades nas dificuldades… Os desmotivados enxergam dificuldades nas oportunidades! Os positivos fazem… Os negativos reclamam. A escolha entre ser otimista ou pessimista é de cada ser humano e construirá toda uma estrada em que ele irá trilhar. 82% das maiores empresas do mundo vieram do ‘absolutamente nada’, vieram da garra de seus fundadores e do compromisso de suas equipes de trabalho que acreditam no seu talento”.

Este pacote citado acima (que contém garra, compromisso e talento) definitivamente não nos falta para produzir carne. Sugerimos que você adicione a ele características que às vezes nos faltam nas crises, tais como “disciplina e calma (não velocidade)”, como nos ensinou o Jorge Paulo Lemann.

Se usarmos e abusarmos destes cinco ingredientes, independente do que vai ocorrer até dezembro, a nossa chance de sobreviver frente a este difícil momento, aumenta muito, mesmo porque “quando a inflexão é iminente e poderosa, não importa muito se as ações parecem baratas hoje. Elas parecerão caras agora, e barganhas amanhã” (Jesse Livermore no clássico livro “Reminiscências de um Operador de Bolsa”, via Empiricus). Obs.: troque a palavra “ações” por arrobas…

Bola para frente, pois este 2016 não será maior do que nós! Até a próxima, se assim Deus nos permitir…

 

COMUNICADO AOS LEITORES

Em 2006 iniciamos nossa jornada do “lado de cá da mesa” (lado da produção), num projeto de recria-engorda em Jussara-GO, depois de dez anos militando na área técnica-comercial de nutrição de gado de corte. Em 2008, percebemos que a venda de animais tinha que ser realizada de maneira diferente da tradicional e começamos a “mexer o doce”, junto com o Ricardo Heise, o qual algum tempo depois se tornaria nosso principal parceiro na criação.

Graças a esta aliança, foi possível entender que precisávamos planejar a venda de maneira alternativa e o fundamental para isto, era ter as informações com bastante antecedência, fato que demandou mudanças profundas nos procedimentos/controles zootécnicos que adotávamos até então. Esta tarefa foi executada com a ajuda de profissionais autônomos e também de empresas de consultoria. Aos poucos as informações zootécnicas com qualidade e antecedência foram surgindo, mas era preciso analisá-las para tornar viável a tomada de decisões, principalmente na área comercial.

Desta necessidade de análise, surgiu o embrião do “Notícias do Front”, pois gostamos de analisar um negócio escrevendo e dissecando cada parte da informação à cerca deste negócio. Gostamos de escrever, pois, quem escreve, tem que elaborar um raciocínio, tem que pensar. E ao se pensar, a chance de que decisões mais assertivas sejam logradas aumenta muito. Além disto, gostamos de pensar no formato 360º, analisando tudo que está antes e depois do elo da cadeia pecuária no qual você está inserido, pois entendemos que a corrente que une a todos é a mesma. Em suma, precisávamos analisar o mercado para vender nossa própria mercadoria, extraindo nosso próprio conceito, nunca abrindo mão da contribuição da leitura de todos os analistas de mercado que admiramos (e que continuamos a admirar).

Esta semente (de necessidade) possibilitou que o embrião do NF2R vingasse no início de 2012, quando já havia 4 anos de experiência na nova forma de vender nossos bois. No começo era apenas a listagem de alguns fatos relevantes que poderiam influenciar o curto prazo dos preços pecuários, informações estas, passadas exclusivamente por um simples e-mail para uma lista de pessoas de nosso convívio mais próximo. Com o passar do tempo, a lista foi crescendo, até que, em setembro daquele ano, veio o convite do Miguel Cavalcanti para que as informações fossem organizadas no formato de uma coluna do site Beefpoint.

A ideia do Miguel, de início não me soou atrativa, pois o objetivo era incluir no grupo “pensador”, apenas o elo da produção. Mas ele me convenceu a iniciar a empreita, pois sem uma ferramenta de disseminação das informações em massa, o universo de impacto das informações seria também muito restrito. Portanto, resolvemos aceitar o desafio do Miguel e em 06/11/2012, a primeira coluna foi publicada no Beefpoint e segue até hoje (http://sites.beefpoint.com.br/rodrigoalbuquerque/), com muito orgulho.

De lá para cá, foram quase 200 exemplares no site (o blog tem ao todo 222 edições até o final de junho/2016, pois contabiliza o período “pré-Beefpoint”). A periodicidade assumida foi semanal, sendo publicado às segundas-feiras, para que o leitor tenha um resumo dos fatos mais importantes da última semana e com isto, consiga uma visão de curto/médio prazo, para tomar as melhores decisões de venda, para a semana que se inicia e para as próximas. O nome “Notícias do Front” foi instituído porque nos pautamos não só pelo que ocorre no “ar-condicionado” mas principalmente pelo que ocorre fora dele, no “pó da viagem”, como gostamos de dizer. Mais recentemente o informe também passou a ter a alcunha de NF2R, mesmo nome da empresa que eu e o Ricardo fundamos no início de 2016, tornando nossos negócios de gestão de risco comercial oficialmente estabelecidos. Em resumo, o NF2R é a materialização do que gostamos de dizer: “nosso dinheiro está onde nossa boca está”, visto que aplicamos em nosso patrimônio as nossas próprias análises.

Em aproximadamente três anos e meio de edições publicadas, já são mais de 215.000 acessos. Com base na média mensal recente, deveremos atingir, no mínimo, o número de 54.000 visualizações em 2016. Obs.: vale lembrar que atualmente não realizamos nenhuma ação para aumentar as visualizações de maneira ativa.

Toda segunda-feira, um resumo da postagem da semana chega a um grande número de pessoas de todos os elos da cadeia pecuária, seja através de nosso mailing list, seja através da publicação em mídias sociais, tais como twitter/facebook, além dos aplicativos de comunicação (fazemos parte dos grupos de pecuária mais importantes e populares do País, além de termos o prazer de administrarmos um deles, só com os expoentes da cadeia, o BeefRadar). Em resumo, toda a semana, um público seleto e altamente direcionado para a pecuária, toma contato com o blog.

A partir da próxima semana, o projeto “Notícias do Front” ganha uma nova proporção e também uma casa nova, que é o site www.nf2r.com.br. Este site, em fase final de construção e lançamento (ainda faltam alguns ajustes), abrigará o blog semanal e também será o site da empresa de gestão de risco que eu e o Ricardo temos em sociedade. Aqui cabe um agradecimento especial ao Miguel, no sentido de externarmos nossa gratidão pelo Beefpoint ter sido a primeira casa do NF2R e mais do que isto, por ele ter nos alertado e nos mostrado que este caminho seria possível de ser trilhado (não só quanto aos textos de mercado, mas também com relação às palestras), além de ter feito ampla divulgação da ferramenta, ação que viabilizou e amplificou o lançamento. Continuaremos parceiros do Beefpoint, mas os rumos e a dimensão dos projetos exigiram contornos próprios. O que não muda é a consideração e admiração pela pessoa do Miguel Cavancanti, sempre uma referência para nossa carreira profissional e pessoal, a quem agradecemos enormemente, sempre!

Obs.: até o final do mês, o informativo será divulgado em ambos os sites, por respeito ao leitor, para que o mesmo tenha uma fase de transição, atitude sugerida pelo próprio Miguel, à quem novamente agradecemos.

 

Rodrigo Albuquerque (boicom20@gmail.com) &

 Ricardo Heise (r.heise@hotmail.com),

Num trabalho feito a 4 mãos…

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CONTATOS PARA AGENDAMENTO DE PALESTRAS: boicom20@gmail.com

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1 Comentário

  1. José Francisco de Sousa

    8 de agosto de 2016 at 17:44

    Parabéns ao Rodrigo e ao Ricardo por mais esta iniciativa de sucesso!

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