Isso não funciona, é igual vender caixão…

Por em 16 de dezembro de 2014

Bom dia, tudo bem com você?

Na semana passada tive uma conversa interessante com um amigo, que é especialista em negócios e tem uma visão muito aguçada, inteligente e divertida sobre a vida, empresa e oportunidades.

Eu estava contando para ele de um projeto que estamos fazendo em conjunto com Rafael Ruzzon, pecuarista e veterinário no MS, e também diretor da Novilho MS. Estamos montando um seminário online sobre sucessão familiar na pecuária. O termo que estamos usando para denominar o seminário é “planejamento de gerações”, pois não gostamos mutio do termo “sucessão familiar”.

Conversando com esse amigo, quando falei “sucessão familiar”, ele deu uma baita risada e respondeu: mas isso é igual vender caixão… Não dá certo… Todo mundo sabe que vai precisar, mas você conhece alguém que sai animado de casa para comprar um caixão?

Eu só pude rir… :-)

Realmente ninguém quer comprar seu caixão. Compramos quando precisamos, mas ninguém quer pensar nisso, ninguém quer planejar. Queremos adiar e agir quando não tiver mais tempo… E provavelmente, não vai ser você que vai comprar o seu… Ou seja, é um problema que não vamos resolver e não queremos nos envolver… Pois traz uma série de pensamentos que não queremos ter, básicos, como a morte…

Com sucessão familiar é muito parecido. O tema é muito importante. Todos sabem que é preciso planejar a forma de passar para a nova geração. Pensar em como treinar, em como capacitar, em como preparar para que a próxima geração seja melhor que a nossa.

Um negócio de sucesso é um negócio longevo. Um negócio de sucesso dura muito, traz valor para muita gente, por muitos e muito anos…

Por isso pensamos no termo “planejamento de gerações”.

Como pensar no negócio da sua família, a sua fazenda, de forma que as próximas gerações sejam uma continuidade do seu sucesso, sejam uma evolução do seu sucesso.

Eu acredito que o maior sucesso de uma pessoa é o sucesso dos seus filhos. Eu tenho filhos pequenos ainda, mas já posso sentir isso.

Por isso acreditamos que esse tema é tão importante e que devemos estudar, divulgar e envolver mais gente.

Por isso, gostaria de pedir sua ajuda.

Como podemos mudar o nome de sucessão familiar?

Como devemos chamar esse processo de preparação, planejamento e envolvimento das novas gerações na pecuária?

Gostaria de ouvir suas sugestões, seus comentários, suas ideias, para chegar num nome muito melhor do que o que temos hoje.

Você me ajuda a criar um nome melhor, para um assunto tão importante?

Por favor, responda esse email, ou comente aqui sua sugestão.

Muito obrigado. Um grande abraço, Miguel

PS: O melhor nome que recebermos vai ganhar uma inscrição gratuita nesse seminário online que terá mais de 20 palestras com especialistas e estudos de caso sobre o tema. Participe e nos ajude a parar de vender caixão… :-)

Miguel Cavalcanti
BeefPoint: Para quem faz hoje a pecuária do futuro. E para quem quer fazer.
AgroTalento: Desenvolvimento pessoal e profissional para os novos líderes da pecuária.

90 Comments

  1. Neuci Marques Moreti

    16/12/2014 at 06:10

    Ao invés de sucessão familiar poderia ser globalização familiar

    • Mauro Silva/Revista Parana Rural

      16/12/2014 at 09:04

      Ola Miguel, é bem possível que você já elaborou esse projeto com a finalidade de mostrar a fundo a real importância do que poderíamos e podemos fazer para as gerações futuras envolvidas no campo. Porem acredito que você pensou em quase tudo dentro deste projeto ou aonde talvez o nome do projeto é o fator primordial para que as pessoas entenda-a realidade de tudo que está inserido para cada um dos interessados; ESSENCIAL PARA GERAÇÕES DE FILHOS, PAIS AVOS…ESSENCIALMENTE.
      Nome do Projeto. GERAÇÕES ESSENCIALMENTE SEM O ÊXODO.

    • jose trois

      17/12/2014 at 17:26

      De fato é um assunto de alta relevância. Não menor para ter impacto deve ser seu titulo.
      Dada a complexidade creio que deveríamos banalizar o titulo para chamar o maior numero de interessados. Sugestão: Administrando o Futuro.
      Isto não podemos fazer como também não compramos nosso caixão.
      Nossos votos de um Feliz Natal e um belo e prospero Ano Novo.
      Abraços.
      JC

    • Anderson Santos Galvão

      18/12/2014 at 19:22

      Sugestão: Geração Agrofuturo

    • Ademir Ramos

      24/01/2015 at 11:05

      Caro Miguel, somente agora tive a oportunidade de ver seu artigo, e claro que me contagiou o assunto. Claro que todo projeto o que se pensa primeiro é no nome, é como o nascimento de um filho; nem nasceu ainda mas já tem um nome escolhido. Pessoalmente vivo essa experiencia quando fiz a sucessão de meus negócios aos três filhos que temos. De que forma? preparando-os para assumir e dar continuidade nos negócios o que posso me orgulhar pois aprenderam muito bem e aí tem um pouco de meus conselhos e ensinamentos. A questão nome creio ser irrelevante, o importante é a continuidade com sucesso, mas, tenho uma caída para sucessão e gestão familiar. Um abraço.

  2. Luciano Zorzi

    16/12/2014 at 06:21

    Bom dia Miguel

    Acredito que vender caixão não seja um negócio tão ruim, pode não ser prazeroso.
    Também acho que não é um bom nome, particularmente prefiro um que desperte curiosidade.
    ‘Um negócio de 300 anos’
    poderia despertar e é o seus objetivos.
    Um grande abraço, Feliz Natal e Ano Novo cheio de realizações.
    Luciano

  3. Luciano Domingos Veiga

    16/12/2014 at 06:38

    Bom dia Miguel.
    Achei muito engraçado a expressão vendendo caixões.
    Sobre a sugestão do nome para o seminário, pensei em destacar a importancia de se formar sucessores e não ter-se apenas herdeiros.
    Que tal: “Pecuária de futuro. Formando sucessores e não herdeiros”.
    Um abraço.
    Luciano.

  4. Marcos de Carvalho Dias

    16/12/2014 at 07:02

    Bom dia, Miguel,
    Você já ouviu falar que “o melhor lugar para se fazer reforma agrária é na cama?”
    Os sucessores dividem a propriedade herdada e tocam a vida… Uns a vendem ou arrendam, outros aumentam a parte herdada, enfim, são obrigados a seguir em frente. Muitas vezes sem observar o planejamento da propriedade feito pelo sucedido.
    Pensando nisso, sugiro para a sua palestra o nome “Reforma Agrária Familiar”.
    Grande abraço,
    Marcos

    • João Carlos Palma Junior

      17/12/2014 at 18:25

      prezado Marcos, creio que o termo “Reforma Agrária” assusta mais que Sucessão, ainda mais para os mais antigos.

  5. Savigny Sauáia

    16/12/2014 at 07:04

    Sugestão:
    “Projetando o futuro” ou “Projete o futuro do seu Negócio”.
    Com este título, vc projeta não só a sucessão familiar, como você inclui o plano “B”, como é o meu caso, quando os filhos não pretendem voltar para exercer a sucessão operacionalmente e a única saida é profissionalizar a gestão do teu negócio…
    Espero que, caso os títulos não sejam os mais adequados, a ideia seja válida….
    Um abraço

  6. Tiago Grigoletto

    16/12/2014 at 07:37

    Bom dia Miguel, isso realmente tem sido um grande problema, a continuidade dos negócios da família, de forma crescente e sólida, sugiro o nome “Como preparar pessoas para a continuidade no Negócio”

    Um grande abraço, feliz natal e um 2015 com muita saúde a todos.

  7. CLAUCIO CASTANHA

    16/12/2014 at 07:39

    Bom dia Miguel. Este tema é de suma importância em nossas vidas. Temos que tratar este assunto com muita profundidade, não só no campo técnico mas principalmente no campo jurídico. Acho o assunto interessantíssimo, quanto ao título não o vejo desta forma; mas “PLANEJANDO GERAÇÕES” é bastante sugestivo.
    Parabéns por esta iniciativa e muitas outras que você nos tem apresentado.
    Boa sorte.

  8. Rafael Sguissardi

    16/12/2014 at 07:46

    Oi Miguel…
    Sobre sugestão de outros nomes, gosto de:
    “Sucesso de pai pra filho!”
    “Pai produtor, filho promissor”

  9. JORGE ALBERTO FARIAS DE SOUZA

    16/12/2014 at 07:53

    Caro Miguel,

    Quem sabe um DESCOBRINDO E PREPARANDO OS NOVOS GESTORES.

    Abraço

  10. Fernando

    16/12/2014 at 07:56

    Miguel, o tema sucessão gera desconforto porque nos faz lembrar de morte, é muito difícil desenvolver alguém que não tem aptidão e nem vontade, principalmente no meio rural. As coisas ocorrem meio que naturalmente quando na família alguém resolve encabeçar o negocio, e o que tenho visto e que, as vezes um cunhado, um neto e até um dos filhos resolvem tocar o negócio, mas sem preparo ou capacitação.
    Portanto sugiro o nome ” capacitação de gestores familiares”.

  11. Rogério Araujo Pereira

    16/12/2014 at 08:03

    Bom dia Miguel!
    Realmente, é um tema que causa muito desconforto as famílias, principalmente para aquelas que não estão acostumados a planejar. O nome, embora pareça sem importância, causa grande impacto na decisão das pessoas e o ideal é que seja algo que as motivem a seguir em frente.
    Assim minha sugestão é “Perpetuação dos negócios familiares”.

  12. ZENAIDO LIMA DA FONSECA

    16/12/2014 at 08:10

    Não só na questão da pecuária mas na agricultura os pais não estão conseguindo garantir sucessores no processo. Estamos vivendo uma ruptura da geração tradicional que iniciou anos atras e na medida que distancia se torna o novo de agora com vinculo no passado. Os novos pecuaristas e agricultores são chamados a desenvolver novas habilidades e competências no campo, agregar novos conhecimentos e tecnologias aos saberes práticos das gerações anteriores, reforçando o papel-chave da educação contextualizada e de qualidade. Embora a questão da sucessão no campo seja mais visível na gestão das propriedades, é essencial discutir o papel dos jovens em suas comunidades rurais desde a infancia. A nucleação das escolas tirou esses jovens da roça para o campo e depois ficou dificil mante-los na unidade familiar. É preciso pensar a segurança no campo e as politicas publicas que possam incentiva-los a serem empresários rurais. O sistema de ensino brasileiro tende a formar empregados.Talvez um título na visão holística seria desenvolvimento SUSTENTÁVEL NO CAMPO: entre eles, a sucessão familiar mesmo. Sou agrônomo, filho de agricultor e tive a motivação do ambiente para investir na profissão. Lembro que em minha tese de mestrado entrevistei um produtor em Jacui MG e ele disse: a melhor escola é os pais da gente. Meu pai me deu uns contos de reis e disse sai e faz uma compra de gado do seu jeito, como achar que deve mas, volta com animal que nos possamos ganhar dinheiro. Fiz minha primeira compra, deu certo e nunca mais parei. Agora, tudo mudou e meu filho tem dificuldade até para acompanhar eu que sou de idade veja lá para tocar o negócio. Fico agoniado….. Então, o desafio é começar na base, na educação no campo e criar mecanismos de acesso a terra, insumos de produção e outros para os jovens quando ainda estão com os pais. Gostei do tema, parabens pela provocação boa.

  13. Roberto Jonas de Macedo

    16/12/2014 at 08:41

    Bom dia Miguel.
    Leio muito do que escreve e o acho uma pessoa de um vigor e um entusiasmo contagiante e admirável e é graças a você e apessoas como você que carregam a bandeira do agro negocio que as pessoas nos respeitam e já não somos mais chamados de “bandido” por alguns, como já fomos ate mesmo ministros. Recomendo a muitos que o leia, especialmente a meus filhos.
    Minhas origens são em uma pequena fazenda no interior de MG, sou advogado por formação e estou no agro negócios por vocação.
    O tema da sucessão é um tema que muito me inspira exatamente porque quando comecei a trabalhar no extremo oeste de MT, ainda recém formado e que as coisas superavam minhas expectativas ainda muito modestas, pensei. Por que estou fazendo isso e para que? Via ao redor, na minha profissão e especialmente na minha família os negócios durando por uma ou duas gerações e isso me incomodava. Uma vez li um livro que falava que o homem inteligente forma sucessores e não herdeiros. Sem pretensões de querer ser inteligente, mas, comecei a trabalhar a minha família, minha esposa e meus dois filhos ainda bem pequenos, envolvendo-os nos negócios de forma que um deles, hoje com 22 anos, recém formado em economia e especialização em agro negócios, com um curso chamado antrophos de sucessão com o professor Marins em Salto de Pirapora-SP., hoje trabalha comigo na gestão de nossos negócios que envolve fazendas na região oeste de MT e Bolívia em um projetos de pecuária bastante ousado, onde estamos formando uma Holding familiar. Outro, com 19 anos de idade estudante de direito voltado ao agro negócios e fara no próximo ano o mesmo curso com o professor Marins. Ambos foram para a Inglaterra melhorarem o Inglês e aproveitei para que vivessem o cotidiano e a historia do agro negocio de lá, que acredito já terem percorrido algum dos caminhos que ainda temos a percorrer. Portanto, acredito que, tão importante quanto formar um negocio é formar os sucessores. Tem pesos iguais. Sob pena de o sucesso nos negócios perderem o sentido. Vejo isso como sendo uma grande dificuldade em todos os negócios. Converso muito sobre isso com os meus amigos, especialmente aqueles com filhos pequenos, que ainda da tempo de incentivá-los.
    Quanto ao tema, vou pensar um pouco e me manifesto depois. Descobri agora que eu também tenho dificuldade quanto ao tema. Gostei da idias de estudarmos um nome para esse processo que considero um dos mais importantes da atualidade empresarial.
    Um Abraço
    Roberto.

  14. Edmar Martins

    16/12/2014 at 08:42

    Bom dia Miguel,

    Acredito que será um ótimo assunto para estudar, aprender e praticar para aqueles que tem em sua família essa oportunidade de ser herdeiro…
    Dica: “Geração de Futuro”…

    Abraços
    Att
    Edmar

    • Adriana Sartor

      16/12/2014 at 15:18

      Tema de extremo interesse, envolvendo muitas questões, pois envolve negócios, sentimentos, conflitos de gerações. Um momento de muita dificuldade para alguns é caminhar lado a lado, pais e filhos encontrando uma linguagem possível para evoluir, respeitando o tempo, a formação, o momento de vida e os interesses pessoais de cada um e ainda assim encontrar uma fórmula para dar continuidade a um negócio bem sucedido.
      Minha sugestão é: Escrever hoje o amanhã.

  15. José

    16/12/2014 at 08:44

    Bom dia Miguel tudo na vida é como a lei da semeadura você planta hoje pra colher amanhã e com nossos filhos têm que ser assim temos que plantar semente boas incentivar e não desanimar sempre ouvimos de nossos pais e avós que fazenda não dá lucro e só despesa temos que mudar este pensamento Que tal o título plantando hoje para nossos filhos colherem amanhã

  16. Mauricio A. Moreira

    16/12/2014 at 08:55

    Agropecuária,´´ pecuria´´,“ AGRONEGÓCIO, UM NEGÓCIO DE PAI PRA FILHOS´´.

  17. EDMAR FARIA

    16/12/2014 at 08:56

    Bom dia Miguel ( xará de meu filho caçula de 28 anos), complicado mesmo esse assunto de passar a ” bola pros baixinhos”…Muitos querem passar para os filhos mas ficam com o complexo de êx dono e se tornam fiscais do negócio, o que na maioria das vezes causa grande desconforto à nova administração. Mas penso que um termo mais próximo de ser realista talvêz não cause maior impacto ao assunto… Que tal mais ou menos assim…” FILHO AGORA É A SUA VÊZ, SIGA EM FRENTE, SUCESSO SEMPRE”. E ainda ao ser “fiscal do negócio” considero ser um assunto a ser pelo menos comentado com carinho… Um abraço, FELIZ NATAL…

  18. ARARIPE SERPA GOMES PEREIRA

    16/12/2014 at 09:08

    Sucessão familiar passa necessariamente pelo desenvolvimento técnico do quadro de colaboradores. Isso porque as novas gerações, via de regra, têm focos diferentes dos nossos. É muito raro ver descendentes apostando nas fichas dos ascendentes, e quando isso acontece o próprio interesse do sucessor já é uma garantia de sucesso. Na maior parte das vezes o empresário tem que capacitar seus colaboradores e tornar a gestão de sua empresa o mais profissional possível, pois a mais viável alternativa de uma sucessão “de sucesso” (perdoe o pleonasmo)é a transposição de conhecimento, que se reflete na transmissão de comando por via de terceiros, normalmente mais profissionalizados e sem os vícios naturais dos laços de família.

  19. LENILSON REZENDE

    16/12/2014 at 09:08

    Olá, Miguel.
    Falo aqui da terra do pequi. Sou de Goiás e tenho acompanhado as informações as informações do site.
    Admiro o cuidado com as palavras, gosto de frisar em minhas palestras acerca da diligência com a escolha das palavras numa boa comunicação. De fato, “vender caixão” à primeira vista, não é tão atrativo.
    Gostei da proposta. E gostaria de fazer minha contribuição. Eis minha proposta: “SOBREVIVER DE HERANÇA OU EDIFICAR LEGADO?”
    Grato pela oportunidade.
    E receba meus votos de Feliz Natal e Próspero Ano Novo.

  20. Marcelo Cerutti de Castro

    16/12/2014 at 09:20

    Prezado Miguel
    Sem dúvida, o maior anseio de um pai é que as suas atividades profissionais tenham sequência nas mãos de algum, senão todos, dos filhos.
    A este seminário que tu estás montando poderemos chamar de SEQUÊNCIA DE GESTÃO, que serve tanto para o empresário rural como também para o urbano. Te confesso que é uma das minhas maiores preocupações do momento. Por que?
    Tenho somente 41 anos, uma única filha com 9 anos de idade e uma pequena propriedade no centro do Rio Grande do Sul. SEMPRE que possível tento envolver a atenção da minha filha na minha atividade rural, não somente para que eu mantenha e conquiste cada vez mais a sua confiança e o seu carinho, mas também para afastá-la do mundo perverso que está na porta de cada casa deste país esperando uma oportunidade de invadir o seu lar e perturbar teu sossego, mas também para que ela entenda como é árduo e importante o trabalho que fazemos, para que ela saiba valorizar todo o nosso esforço e empenho, para que ela saiba como “se faz” e compreenda como se deve determinar que outros façam.
    Te desejo muito sucesso no planejamento deste seminário.
    Grande abraço

  21. Victor Walzberg

    16/12/2014 at 09:22

    Miguel, minha sugestão é o termo “Planejamento de momentos críticos na gestão de longo prazo das empresas rurais”. Acredito que a sucessão é apenas um dos itens da preocupação dos proprietários/gestores de fazendas. A preparação para momentos de crise da pecuária (causados por preços/custos, por problemas sanitários, mudanças na legislação, calote de frigoríficos, etc), é a verdadeira preocupação dos pecuaristas, são mais reais e prementes na percepção dos mesmos e podem tratados sob o guarda-chuvas “Planejamento de momentos críticos na gestão de longo prazo das empresas rurais”. E você terá a opção de montar um curso de formação continuada. Se topar a idéia, me chame para participar…. ;) Abraços!

  22. João Antonio Martins

    16/12/2014 at 09:29

    Miguel,

    Que tal “Aposentadoria no campo, a continuidade do seu negócio” porque para mim a sucessão não deve ter relação com a morte mas com passar adiante a responsabilidade do negócio e disfrutar de mais tempo livre.

    Além disso, tem que soar bem para a geração dos pais, caso contrario não será feito.

    Um Grande Abraço,

    João Antonio

  23. Eng. Agr. Luiz Pereira

    16/12/2014 at 09:31

    ensine os filhos a montar dominando o cavalo toma gosto pelo gado.

  24. André Costa

    16/12/2014 at 09:33

    Sucessão familiar é sair para comprar caixão, não acho que é bem assim, a opção do sucessor é que pode dar errado, e por ai vimos muitos exemplos, e não só na agropecuário em todos os seguimentos.
    Por isso concordo que “planejando gerações”, preparando para o futuro aquele(s)que irão “perpetuar os negócios da família” (como disse acima)”.
    De qualquer forma o sucessor deve ser capacitado, preparado.
    Abraços.

  25. Lenilson Rezende

    16/12/2014 at 09:37

    Bom dia, Miguel.

    Gostaria de fazer minha contribuição. Acredito que seja um tema questionador: Sobreviver de herança ou edificar legado?

    Grato pela oportunidade!

  26. Paulo Junior

    16/12/2014 at 09:41

    Boas,
    Caros o tema é muito importante e temos visto belos trabalhos de anos sendo reduzidos a ” PÓ ” por herdeiros. Contudo o nome não pode fugir a realidade talvez esteja na fuga do assunto as dificuldades, a meu ver a mudança de nome é uma fuga ao assunto,assim como a morte é certa ou a unica coisa certa a “sucessão familiar” também é a unica coisa certa.
    Por isso o nome “sucessão familiar” é o mais adequado e traz os herdeiros a realidade.
    grato

  27. Henrique Brinckmann

    16/12/2014 at 09:46

    Miguelão,
    sem dúvida tema da maior importância. Assim sugiro ” A genética em suas mãos, em seus filhos o futuro do negócio”.

  28. Mara Ramos

    16/12/2014 at 10:20

    O melhor nome para o Seminário é “Tocando em Frente”. Uma referência à vida que segue, independente das circunstâncias e a belíssima canção do Renato Teixeira e Almir Sater que fala profundamente ao coração.

  29. Edemar de Assis da Silva

    16/12/2014 at 10:36

    “Equilíbrio após uma Geração”. Após uma geração precisamos manter o Equilíbrio. Isto vem de genética aplicada. *após uma acasalamento conseguimos o equilíbrio de uma determinada população, então é preciso mante-la para futuras gerações.

  30. Bráulio Côrte Coêlho

    16/12/2014 at 10:41

    Sugiro como nome de fantazia, apezar de não discordar do nome Planejamento de Geração, pois eu já pago meu caixão a mais de 10 anos e ainda não morri.
    A minha sugestão é “F A B” (familia agropecuária brasileira)

  31. Homero Gontijo de Morais Filho

    16/12/2014 at 11:04

    Primeiramente Miguel, entendo que o termo deve ser o de mais fácil compreensão e específico possível para se conceituar exatamente o que se quer. Para isso, deve-se observar a questão semântica, da correção do termo, e a questão fonética.
    Concordo com você sobre o termo sucessão familiar, além do exposto, é bem genérico, não necessariamente pode ser em relação ao negócio, pode ser em relação á hierarquia familiar, futuro da família, enfim, é um conceito muito amplo, e pelo senso comum, um termo pesado como você disse.
    Planejamento de gerações, também acho muito generalista, não é claro e objetivo em relação a qual planejamento. Dá o entendimento ao pé da letra que você está planejando se terá gerações, ou não, ou quantas terá.
    Um termo que me agrada é Planejamento patrimonial familiar, que pode ser mais específico ainda,nesse caso, planejamento patrimonial rural familiar. Estaria sendo claro a respeito de que estava fazendo planejamento, no âmbito patrimonial e na esfera familiar. Ou seja, não há como haver entendimento dúbio.
    Abraço,
    Homero

  32. Ramiro da silva Ledo

    16/12/2014 at 11:07

    Como a família é um projeto muito importante, e tudo que a ampara, e a valoriza deve ser bem planejado. Mas vender caixão, a priori, só terá sucesso com grendes tragégias, e não é o que nos agrada. Porém não podemos esquecer que a propaganda é a alma do negócio. O peixe fede quando cru, e é saboroso assado. A minha sugestão é que o nome recaia sobre a família e a pecuária na forma de um laço de três pernas, isto é , dando proteção e segurança pois o laço de três pernas é difícil de se romper. que tal: Pecuária, sustentabilidade e família; Pecuária projeto familiar; Pecuária, negócio de pai pra filho. Pecuária, ontem, hoje e amanhã.

  33. Thamires

    16/12/2014 at 11:13

    “Desenvolvimento de antepassados até gerações futuras”

  34. Luiz Sá

    16/12/2014 at 11:14

    Sugiro : Processo sucessório empresarial.

  35. Diego A. Ribeiro

    16/12/2014 at 11:27

    Bom dia Miguel,

    Minha sugestão é a seguinte: “Empresas Multi Gerações”.

    Abraços,

  36. Thais

    16/12/2014 at 12:02

    Sugestão do nome : ” Apreendendo a ensinar ”

    Acredito que quando falamos em sucessão familiar , temos sempre dois pontos delicados .
    A perda do controle e a dificuldade de ensinar(transmitir o conhecimento da vivência) e apreender com a geração que chega ( tecnologias , a nova visão ).

  37. Rodney melo

    16/12/2014 at 12:10

    Ola Miguel
    Isso e algo ineteressante e intrigante pois pensar em sucessao familiar a primeira coisa que vem e o encerramento da vida e um ponto final. mas como isso e a coisa mas certa em uma vida e bom que possamos encarar o problema ou solucao de frente pois a minha ideia e que fosse uma administracao compartilhada assim nao seria sucessao familiar e sim uma continuacao da vida. “Gestao rural compartilhada” assim seria envolver toda a familia em torno de um negocio com participacao de todos.

  38. Derly Lorenset

    16/12/2014 at 12:29

    Este assunto é muito interessante e necessário em nossa atualidade, pois estamos vendo que a propriedade rural depende de uma gestão técnico/financeira competente e atual, não só no negócio de transferência da gestão bem como da questão tributário e hoje vejo esta situação de exploração rural mais um negócio empresarial, para tanto poderíamos analisar o assunto nesta ótica, pois assim levaria para o planejamento sucessório, como nome sugiro “PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO EM PROPRIEDADES RURAIS E PRODUÇÃO AGRÍCOLA”.
    Um grande abraço a todos e a vc Miguel que diariamente trás novos assuntos e informações
    feliz natal e ano novo a todos

  39. Eiron

    16/12/2014 at 12:36

    A minha sugestão é “Garantindo Reserva de Valor de Gerações”! Na verdade este tema tem sido abordado e inserido no calendario anual de alguns grupos de Gestão e Treinamento, e tem feito sucesso no LIDE, porque envolve toda família e o evento tem um “certo glamour”!Acredito que esta é uma boa iniciativa e ajuda de forma profissional e elaborada no processo de convencimento e manutenção, naquilo que Genitores muitas vezes não conseguem fazer, porque “Santo de casa não faz milagres”, “em casa de ferreiro o espeto é de pau”, mas a grande verdade é que a maioria dos sucessores vão ser fisgados por outras aptidões ou seduções dificultando assim a continuidade do negócio! Embora não foi perguntado, gostaria de sugerir que seja inserido no contexto que a sucessão no negócio não significa lidar diretamente com o negocio, mas cuidar da continuidade do negócio, utilizando os sistemas de gestões consagrados pelos profissionais! Um negócio na vida de um sucessor é como um sobrenome, precisa ser cuidado e honrado!

    • Renato Nunes

      16/12/2014 at 15:07

      Miguel, sem muitas delongas. O papo é reto e o futuro incerto, porém se cuidarmos disso com a atenção pode dar certo. Segue minhas sugestões de nomes:
      Geração do futuro – Gestão do Futuro – Capacitando o Futuro – Pensando no Futuro – O Futuro é Agora -Agora e o Amanhã – Agora é com Você – Pensando em Você – Eu sei do Amanhã – Amanhã será Você – Obrigado Pai – Preparando seu Filho – Família Unida – Passando o Bastão – Parei e agora? – Agora é sua VEZ -Depois Dele é Você – Quando precisar estará Pronto – Depois quem será? Eu tambem sucedi. Forte abraço.

  40. Martinho Mello de Oliveira

    16/12/2014 at 15:09

    Um nome que acho bom seria ” Sucessores do sucesso”, no sentido da continuidade do negocio familiar, garantindo o planejamento, a eficiência e gestão da empresa.

  41. Zulmir Frare

    16/12/2014 at 16:25

    Miguel,boa tarde, ano passado assisti/ajudei meu filho a desenvolver um TCC, com tema Sucessão na agricultura familiar, possibilidades e perspectivas, sempre um tema polemico, porem atual, o difícil talvez não seja a sucessão mas a convivência, por isso a temática deveria ser relacionada a “transição no agronegócio” pois o dificil sempre foi o choque de ideias, mas acredite grande tema este, boa sorte, sucesso e feliz natal, me convide e faremos 2015 melhor que o atual apesar dos agouros.

  42. laudelio

    16/12/2014 at 16:26

    Capacitando gerações que hão de nos suceder

  43. Zulmir Frare

    16/12/2014 at 16:33

    Miguel, boa tarde, o tema é muito interessante, ano passado assisti/ajudei meu filho a desenvolver um tcc onde o assunto era a” Sucessão na Agricultura Familiar” acredito que o difícil não seja suceder mas conviver com o choque de ideias e neste sentido a tema pode trabalhar ainda a questão da ” Transição de Gerações no agronegócio”, acredite um baita desafio, a vce atodos um feliz natal e nos convide a fazer 2015 melhor que o atual apesar dos agouros.

  44. Umberto Jacobs Neto

    16/12/2014 at 16:50

    Miguel, concordo que o nome não deve bloquear o interesse ou a conveniência de tratar do tema sucessão na pecuária.
    Para amenizar o sabor amargo desse assunto sucessão, proponho que o nome seja:
    “INCLUSÃO DE FILHOS E NETOS NA PECUÁRIA”

  45. João Carlos Palma Junior

    16/12/2014 at 16:53

    Sugestão: Continuidade Administrativa e Gerencial Familiar. Ou do Patrimonio Familiar.

    Ab

  46. Branca R. Rosa

    16/12/2014 at 17:01

    Parabéns Miguel por mais essa iniciativa.O assunto é realmente importante e abrangente. Então a minha sugestão é acrescentar três palavras que envolvem o tema do curso. Sugestão: “PLANEJAMENTO DE GERAÇÃO – Família, propriedade e negócios”. Ou para aqueles que não se incomodam com o caixão:
    ” SUCEDER – A ARTE DA TRANSIÇÃO DE LIDERANÇA.”
    Forte abraço e sucesso.

  47. Marcos Morandi

    16/12/2014 at 19:35

    Minha sugestão para o título :
    Pais , filhos e negócios : uma questão milenar
    Aproveito para comprimenteir toda equipe pelo excelente trabalho a nos freqüentemente oferecidos
    Gde abraço e que eu seja o ganhador .

  48. elton henrique gattermann

    16/12/2014 at 20:58

    Na realidade dizer ou nomear um seminário com nome “geração”, “sucessão”, “planejamento”, é ser repetitivo.
    Acredito que tenhamos que ser diferentes para sairmos do estouro da boiada, onde todos fazem a mesma coisa.
    Como sugestão de nome:
    “UM VIVA A LONGEVIDADE NA PECUÁRIA”

  49. Euvaldo Foroni

    16/12/2014 at 21:17

    Boa tarde, Miguel!!!

    Não concordo com este termo, estou convencido que já tem muitas pessoas levando esse tema muito a sério e proficionalmente.
    Tenhomuitos amigos que contrataram consultorias específicas para tratar desse assunto, inclusive nossa família.
    Vejo que é muito mais racional, producente e harmonico tratar desse assunto antes dos problemas instalados.
    Enquanto o assunto está em discução, sem ser pessoal, é fácil achar as soluções mais sensatas, sem ferir ninguém e criar as regras que serão para todo.
    Com certeza a chance de desvenças futuras dminuem muito, pois os envolvidos discutiram as regras e procedimentos, antes de estarem envolvidos, de maneira impessoal.
    Conheço vários casos que não houve preparação e planejamento, várias famílias gastaram boa parte de seus bens com advogado e o fisco, ficando extremamente mais pobre, além do que é mais grave, criou discórdias entre os familiares de difícil solução, com inimizades entre os membros das famílias.
    Não obrigatóriamente o planejamento da suceção e transmissão dos bens leva ao alijamento dos patriarcas e à sua dependência financeira. Para isso não acontecer tem empresas especializadas em organização do processo, com economia fiscal e advocatícia. Quando há litígio é a festa dos advogados.
    Esse processo pode ser comparado a qualquer coisa menos vender caixão, porque isso é para pessoas muito vivas, com vontade e viver com felicidade amor e harmonia.
    Euvaldo Foroni med veterinário, 63 anos dedicados à família e à pecuária
    Um abraço Miguel e parabens por instigar a discução que é muito pertinente e atual

    • Bruno Mendonça

      20/12/2014 at 00:00

      Concordo plenamente com Dr Euvaldo!
      Conheço o excelente trabalho e a bela família em Rondônia.

      Bruno Mendonça

  50. Catiane Estefani

    16/12/2014 at 22:14

    Boa noite Miguel, não sei se o nome já foi escolhido, também não pude ler os comentários acima pra saber se o que vou lhe indicar é repetitivo. Bom falando um pouco de porque eu te sigo e achei que esse assunto merecia minha atenção, eu parei no 4º de Veterinária e no 4º de Zootecnia, sou órfã de pai desde os 2 anos de idade e de mãe desde os 11 anos. Fui obrigada com muita tristeza a parar porque não consegui financeiramente me manter nos cursos, isto que o segundo estava a cursar em faculdade estadual, porém integral e como pagar as contas do dia a dia sem trabalhar. Enfim, é importante que o conhecimento seja passado e principalmente quando é uma trabalho que se deixa para alguém. Quero que todos possam ter essa oportunidade e porque não desenvolver um projeto de ação para isso. Bom dica de nome: CAPACITANDO O FUTURO. Capacitando (o que precisamos saber para aprimorar o legado), futuro (somos nós e o que produzimos). Abraço.

  51. João Victor Rocha

    16/12/2014 at 23:55

    Miguel, sugiro o seguinte nome: Estratégias de continuidade da empresa familiar. Não necessariamente o sucessor deve estar à frente do negócio deixado pela geração anterior ou seguir as regras e o sistema utilizado anteriormente. A nova geração deve ser preparada para preservar o patrimônio deixado, fazendo com que ele cresça e que o negócio da família seja promissor a cada nova geração. Por isso, acredito que a palavra estratégia é uma boa escolha.

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  53. Rodrigo Albuquerque

    17/12/2014 at 08:24

    O primeiro motivo pelo qual não funciona, é justamente o desconhecimento do assunto. Depois que se conhece o assunto e que se entende que sucessão familiar é perenidade (vida) e não interrupção (morte), fica tudo mais fácil. Logo, o seu maior desafio, juntamente com o Rafael, é quebrar a primeira casca, a casca do desconhecimento.

    E para tanto, sugiro o uso de depoimentos. Não há nada mais educativo que o exemplo. Tal qual fazem os índios para passar conhecimento de geração para geração. E é este o segundo maior desafio de vocês: a geração sucedida no caso da pecuária não sabe o que é um bom processo de sucessão. E quando a geração sucedida não é quem conhece e encabeça o processo, a coisa fica mais difícil… Mais depois que o empreendedor perceber que “ao não comprar o seu caixão” (ou seja, não fazer a sua sucessão), vai estar encomendando automaticamente o caixão do próprio negócio (e dos filhos, provavelmente), acho que vai mudar de ideia. Sugiro conversarem com a Prodap. É o melhor exemplo de sucessão de uma empresa ligada ao nosso negócio. Exemplo magnífico… Espetacular.

    Pelo menos, aqueles empreendedores que pensam em deixar um negócio longevo para as próximas gerações. Não se enganem: “sucessão é um assunto para gente grande… E gente que pensa grande”. Ou seja, é necessário ter maturidade e nobreza de valores. Infelizmente não é 100% das famílias que as tem. E estas não serão atingidas. Mas as que serão, provavelmente, serão eternamente gratas à vocês.

    Boa sorte, contem comigo no que precisarem e estiver ao meu alcance.

    Rodrigo Albuquerque

  54. Natália Fernandes

    17/12/2014 at 09:18

    Olá, Miguel.

    Importante reflexão e iniciativa. Parabéns!

    Seguem sugestões de termos para sucessão familiar:

    Permanência da juventude no campo
    Formação de novas gerações rurais
    Planejamento da qualificação de jovens no meio rural

    • Miguel da Rocha Cavalcanti

      18/12/2014 at 01:12

      Oi Natalia, quanto tempo :-)
      Muito obrigado. Abraços, Miguel

  55. Maria Emilia Coimbra

    17/12/2014 at 10:59

    Caçu 17-12-14
    Olá Miguel
    Este tema é fundamental, portanto podemos chama-lo de Gerenciando oportunidades para o amanhã, pois o negocio familiar ou não, envolve os que estão no seu negocio e no seu entorno. Observei a entrada desenfreada do tsunami cana na nossa região, tirando trabalhadores de fazendas, redirecionando mão de obra, e agora muito se perdeu de assistência à fazendas,e muitos que foram para a ilusão da cana estão voltando para trabalhar em fazendas. O Brasil não é rico, para sustentar estas indas e vindas, daí a necessidade de planejarmos, de saber como está o seu entorno, para que direção o seu município quer se dirigir, pois não somos feudos, não estamos sozinhos no todo. Com a entrada da cana na minha região, estamos buscando assistência para maquinários por exemplo , à 3 4 horas de distancia do nosso local. Há 37 anos, quando o trator quebrava, tínhamos que aguardar por assistência que vinha de 2 horas de distancia, e agora ao invés ” de volta para o futuro “, estamos vivenciando ” de volta ao passado”. No meu entorno, são pouquíssimos cursos voltados para o campo, e além de negocio a fazenda acaba sendo cursinho para muitos. O nosso trabalho é um compromisso com a evolução do nosso ´Brasil, e devemos valoriza-lo. Para aqueles que acreditam somente na parte de lucro imobiliário, também se faz necessário este compromisso com o entorno, estamos todos de passagem nesta aeronave espacial Terra. Temos que achar este encontro com o futuro e como dizia nosso Vinicius, “a vida é a arte do encontro apesar de tanto desencontro nesta vida”. Vamos em frente , Feliz Natal para todos, e muitos encontros para 2015. Até mais, Maria Emilia

  56. Adriana Sartor

    17/12/2014 at 11:30

    Tema muito pertinente e abrangente, onde talvez o maior desafio seja o de trabalhar juntos, superar as dificuldades naturais de diferentes formações, do conflito de gerações, do enfrentamento constante de divergências, fazendo disso tudo um fator de crescimento e troca de aprendizados.
    Sugestão: Viver hoje o amanhã.

  57. Arthur Flumian Braga

    17/12/2014 at 11:53

    Bom dia Miguel,

    Realmente esse é um tema muitas vezes amargo de ser tratado, principalmente para os que serão sucedidos, pois geralmente acumulam casos traumáticos de divisão de patrimônio e brigas de família para chegar até onde estão hoje.Infelizmente, em muitos casos, vemos famílias onde a harmonia foi dilacerada em função da sucessão mal planejada e mal feita que sempre culmina na divisão não só do patrimônio, mas também das vantagens que uma maior escala proporciona a qualquer negócio.
    Mas sou confiante nesse tema e acho que é sim possível que seja bem feito, e hoje já tem gente boa trabalhando com consultorias especializadas no processo sucessório. Estamos iniciando nosso processo sucessório dessa forma, após passar por 4 inventários, e daqui algum tempo poderei falar como foi.
    Quanto ao nome, sugiro: “Planejar para continuar!” Mas gostei do “Planejando Gerações”também!
    Abraço,
    Arthur

  58. Marcos Torquato

    17/12/2014 at 12:26

    Não sou do ramo, mas acompanho sempre e recebo diariamente informações deste site. E gosto muito e me mantenho atualizado por isso quero também deixar minha sugestão.

    Gostei do “PLANEJANDO GERAÇÕES”

    Mas Minha sugestão é: “O FUTURO AGORA” ou “O FUTURO HOJE” ou “NEGÓCIO DE GERAÇÕES”

    Grato pela oportunidade

    Abraços

    Marcos Torquato
    Rio Branco-Acre

  59. Larana Dahlke Zamonaro

    17/12/2014 at 13:27

    A FAMILIA EM.COMUNHAO NO PROCESSO EDIFICANTE DA PECUARIA

  60. Claudio queiroz

    17/12/2014 at 13:40

    Olá Miguel , sugiro a expressão ” incorporação de gerações ” porque entendo que devemos convocar nossos filhos para ser sócios do nosso negócio mesmo que eles ainda estejam estudando ou iniciando sua profissão . Acho que cada um da família deve ter sua participação e com isso começar a se envolver mais com os negócios na fazenda. Cada um deve ter também seu pró-labore mensal como forma de incentivo. Com o tempo os mais velhos (país) podem ir afastando e os mais jovem vem ocupando seu espaço naturalmente .

  61. Santiago

    17/12/2014 at 16:12

    mi propuesta para el nombres es “RELEVO GENERACIONAL” (alivio geracional)

  62. Guilherme Santaretto

    17/12/2014 at 16:35

    Olá Miguel, boa tarde!
    Primeiramente quero dar os parabéns pelo o espetáculo trabalho feito por vocês da BeffPoint; com certeza uma das grandes mentoras e responsáveis pela evolução de nossa pecuária brasileira.
    Sou ainda um jovem de 22 anos formado em Administração, filho de pecuarista, genro de agricultor e um apaixonado pela a Agropecuária.
    Vejo que uma das maiores preocupações não só do meu pai e do meu sogro, mas de todos os gestores de hoje é a busca de uma pessoa de confiança e capacitada para dar continuidade ao seu negócio. Infelizmente vários jovens da chamada geração Z da qual faço parte, não tem interesse ou não procura capacitação para ser o futuro gestor da empresa familiar.
    Por tudo que já pesquisei e presenciei, destaco dois pontos chaves, os quais considero a base do sucesso de uma empresa familiar; a união da família e a capacitação dos seus gestores.
    Segue abaixo a minha sugestão. Abraços!!!
    “União e Capacitação, a base do sucesso de gerações”.

  63. António Luiz Gomes

    17/12/2014 at 16:40

    Olá, Miguel
    Ontem mandei uma sugestão, mas deve ter-se perdido algures sobre o Atlântico. A minha alternativa a “vender caixão” é “passagem do património”. Tal como a passagem do testemunho, é negócio para vivos: os pais que correram a sua corrida e têm o direito de abrandar, e os filhos que estão a arrancar.
    Um grande abraço
    António

  64. Pedro Jr.

    17/12/2014 at 19:10

    Boa tarde, tudo bem!
    Que tema difícil, hein?
    Acredito que um grande entrave para tratar do tema, seja o individualismo. A comparação dos perfis pessoais dos envolvidos é inevitável, e as aptidões em maioria muito distintas.
    O diálogo franco para estabelecer as regras gerais é o primeiro passo, com o esclarecimento das opiniões sobre tocar o negócio individualmente ou em família – com ou sem sócios – e a pré-disposição para mudar de opinião.
    A maneira efetiva para a discussão do tema se tornar natural pelas famílias, é iniciar o diálogo cedo, e envolver todos de alguma forma. Futuramente, nas famílias mais esclarecidas, a discussão será desnecessária, pois naturalmente haverá sucessão, em vida ou não, pelas competências desenvolvidas e trajetórias individuais.
    Sugiro o termo “Composição Familiar”
    Miguel, obrigado por compartilhar tanto conhecimento, e instigar as pessoas à resolução de tantos problemas no meio rural. Feliz Natal, e o ano de 2015 melhor do que 2014!
    Abraço,
    Pedro

  65. Paulo de Tarso Nora Verdi

    17/12/2014 at 21:24

    Administração Familiar Continuada

  66. Uendell Coelho

    18/12/2014 at 00:26

    Olá Miguel, boa noite
    Não venho aqui pra falar dos problemas do Brasil e nem dizer como é difícil encontrar alguém de confiança que possa suceder aqueles que deram tudo de si para estar onde estão hoje, primeiramente parabéns pelo seu novo projeto sera um sucesso como os outros foram e estão sendo.

    A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.

    Albert Einstein

    serei claro sucinto com a minhas ideias.

    ” GESTÃO DO FUTURO ”
    ” LIDERES DO FUTURO ”
    ” CULTIVANDO O FUTURO “

  67. leticia marçal

    18/12/2014 at 00:34

    Geraçao Pecuarista. Ou Geração Pecuaria

  68. Rodrigo Rossi

    18/12/2014 at 03:58

    Prezado Miguel.

    Pelo exposto dos colegas, já foi um grande aprendizado.

    Pela teoria da relatividade de Einstein temos que “dois referenciais diferentes oferecem visões perfeitamente plausíveis, ainda que diferentes, de um mesmo efeito.” Mas o que isso tem a ver com o tema?

    A questão é que o referencial da geração patriarcal foi, predominantemente, a da “tentativa e erro”, o caminho mais longo para se aprender algo, porém, que confere um grande know how a quem adquire. Já as novas gerações, nem todos se interessam pelo negócio, daí é o fator aptidão, e a criação tem grande impacto nisso.

    Considerando que a nova geração tem interesse na área rural, então teremos um outro referencial para lidar com o mesmo tema, aqueles que tem uma formação na área de agrárias tem o “referencial teórico”. Só que isso dissociado da “prática”, talvez pelo pouco tempo de estrada e envolvimento com a atividade, torna-se um ponto crítico, pois seu efeito está baseado em outro referencial.

    O grande mérito é a junção dos dois, a sabedoria dos pais adquirida pela melhor universidade e pelos melhores professores: o dia a dia e os animais; ao conhecimento dos filhos: técnicas mais eficazes, sustentáveis, evolução tecnológica…

    Para que isso aconteça, não acredito que exista um processo único que sirva para todos os casos, mas os exemplos bem sucedidos e o que a proposta do Beef Point pode trazer ao meu ver são ideias e conceitos, e o que tem sido feito e existe dentro do tema que pode ser aproveitado por quem venha a ter interesse.

    Gostei do seu termo “Planejamento de gerações”, pois as gerações que estão sendo preparadas hoje, é as que prepararão as gerações vindouras e assim sucessivamente, e isso exige planejamento.

    Faço a seguinte sugestão:

    “Planejamento de Gerações: semeando hoje a sustentabilidade do amanhã.”

    Gosto do termo “semear”, pois é algo ligado ao campo e muito usado biblicamente para indicar algo que foi pensado para ser feito e se exerceu um trabalho, um esforço para fazê-lo, como é o caso da grande maioria dos produtores que deram seu tempo, sua vida para construir seu negócio.

    E o termo sustentabilidade me agrada também pelo fato de indicar tanto a perpetuação do negócio como da própria família dentro da atividade, o que se infere que seja muito eficiente e bem trabalhado para se ter tal duração e sucesso.

    Fica a dica!

    Forte abraço!

  69. Paulo Tepedino

    19/12/2014 at 08:15

    Sugiro ” Sustentabilidade Temporal “. A sustentabilidade em seus sentidos estritos: social, econômico e ambiental já estão bem difundidos e compreendidos. A ” sustentabilidade temporal do negócio ” poderia indicar bem a idéia em questão e poderia “pegar carona” nas “outras sustentabilidades”. Abraços à todos e parabéns ao Miguel pelo seu brilhante trabalho.

  70. Henrique Almeida

    19/12/2014 at 13:37

    Miguel,

    É imprescindível que o patrimonio aumente como a familia. A gestão focada só em manutenção, gera discussões. Foque nesse tema.

    Somos “Guardioes da Terra”. Usamos conforme nossa aptidão e passamos a próxima geração.

    Se aprendermos a sobreviver e multiplicar é justificável que, um dos familiares, administre e distribua dividendos, aos outros.

    O valor necessário para adquirir um imóvel rural é resultado de planejamento a longo prazo ou uma grande oportunidade. (herdeiro desinteressado oferecendo, a propriedade, abaixo do mercado).

  71. Jefferson

    19/12/2014 at 15:57

    Família Agro: Planejando Gerações

  72. Marina

    19/12/2014 at 16:56

    “Competência Familiar”. Bom, penso que isso traria talvez mais impacto do que amenizaria o problema de vender caixões. Mas esse impacto da competência poderia fazer com que os sucessores cobrassem mais de si mesmos! Imagine… uma empresa familiar que não sobrevivesse traria aos sucessores o título de incompetentes. Acho que ninguém gostaria de ser chamado assim…Mas acredito em usar esse nome de forma positiva, para lapidar diamantes, para incentivar, capacitar, despertar o desejo, o desafio.

  73. Ariel Oliveira

    21/12/2014 at 12:25

    Excelente esta iniciativa para geração futura.

    “Pai fazendeiro, filho cavalheiro, neto sapateiro”
    Ou
    “Pai fazendeiro, filho seguidor, neto PROMISSOR”.

    Um grande abraço à Rede do bem.
    Ariel

  74. Ariel Oliveira

    21/12/2014 at 12:30

    Empreender para não se arrepender.

  75. Eduardo Ferraz Pacheco

    22/12/2014 at 03:26

    Sugestão: “O Próspero Legado da Família”.

  76. Carlos H. Nehring

    22/12/2014 at 19:24

    Parabéns pelo tema Miguel, fiz o caminho inverso, recém formado Agrônomo mudei de um cidade relativamente grande para uma Pequena Propriedade Rural (produção de manga, limão e pecuaria de cria), me meti a ser viveirista (frutiferas, florestais e ornamentais)e paisagista (fazia jardins, formava vasos de plantas, plantio de nativas em areas autuadas, etc…).
    Foram tres anos e que agora eu relembrando valeram por trinta… acho que ganhei dinheiro, pois quando desisti no Plano Collor e me tornei funcionario publico, havia batido um caminhão e só com os cheques de fregueses comprei uma cabine para este, infelizmente fui cada vez mais me afastando da propriedade, casei, vieram os filhos, hoje o meu mais velho faz Agrônomia.
    Me desculpe Miguel por fugir do foco do tema, mas hoje sei que um de meus erros foi o de enxergar a Propriedade Rural unicamente como fonte individual de renda e não um lugar de frequente aprimoramento do convivio familiar…
    A minha sugestão é:”Meus filhos, são o futuro do nosso Agronegócio”
    Ao Miguel e a Todos um Bom Natal e não se preocupem com as previsões negativas para 2015, faz me lembrar do Plano Collor (- De novo! rs rs)lembro que disse para minha mãe: Como vamos fazer ? Cada um de nos só ficou com C$ 50,00 !
    Calma filho, nos temos galinha e mandioca, não se preocupe…
    Abraços a Todos,

    Carlos

  77. Flávio Ribeiro Correia

    22/12/2014 at 20:19

    Miguel, boa noite.Muito criativo seu texto, pois tanto o caixão como a sucessão familiar seria bom não precisar, mas ao precisar é necessário ter. Minha sugestão é: Futuro protagonista da família.

  78. Marcos José Silva

    23/12/2014 at 09:51

    A vida continua depois da morte com nossas raízes e nossos frutos que deixamos aqui…

  79. Joaquim Ferreira

    23/12/2014 at 11:15

    Prezado Miguel parabéns pelo assunto tratado aqui…
    E este tema para nós aqui do Norte de Minas é muito preocupante…
    Devido as condições climáticas que se agravam a cada dia…
    E a substituição gradativa das lavouras e matas nativas pelo eucalipto…
    Diante do tema sugerido:”Sucessão familiar” Vejo que a palavra “sucessão” nos remete a substituição…
    Outras palavras como escolha, preparo, etc…
    Poderiam ser melhor empregadas para compor o tema…
    Vejo a sucessão como o preparo de mudas que normalmente precisamos escolher as melhores sementes para serem plantadas…
    Visto que nem todos os filhos irão permanecer no campo…
    já com as sementes escolhidas é hora de prepará-las para o plantio…
    Proporcionando condições ideais para que elas possam expressar todo o seu potencial já na germinação que é o despertar da vida…
    Com o tempo após estarem com folhas e raízes desenvolvidas e limitadas seu potencial de crescimento por um período…
    As mesmas são adaptadas ao sol, para que após serem plantadas no campo, possam ter as condições necessárias para um bom desenvolvimento. Sugestão de tema: “Preparando as sementes do futuro”

    Desejo um Natal Farto de Paz, Alegria e Saúde a todos. E que possamos preparar hoje as nossas sementes para o um futuro próximo. “Uma árvore bem cultiva, sempre deixará boas sementes.”

    Joaquim Ferreira
    Zootecnista
    (38)99896397
    Grão Mogol – MG

  80. Jose da Rocha Cavalcanti

    24/12/2014 at 17:56

    Acredito que a melhor forma de motivar a sucessão de novas gerações na produção de alimentos no campo é promover uma ampla discussão sobre as questões que afligem os que hoje estão na atividade:implantação do novo código florestal, obrigações trabalhistas, relacionamento entre as partes na cadeia produtiva, novas perspectivas na melhoria do padrão de satisfação do produtor ao consumidor. Criar uma esperança de dias melhores para todos; trabalhadores, investidores, produtores.

  81. Cristhian Juliano O. de Souza

    03/01/2015 at 10:50

    Bom, o tema do curso é muito interessante, mas como um bom tema um bom titulo também ajuda muito, de acordo com o exposto deixo a minha sugestão:”Fazendas de Sucesso investe no futuro”

    Att.

    Cristhian Juliano
    Técnico em agropecuária e Zootecnista

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